segunda-feira, 29 de novembro de 2010

LAPSO DE TEMPO

As janelas da alma enfim revelam,
À luz do amanhecer
As suaves cores e sons encantados de um novo dia.
Há paz e uma suave briza anuncia tranquilo navegar...
Tua voz ainda não se faz ouvir...
Inquietos sinais vitais disparam seu rítmo
... Manifesta-se a paixão.
Aguarda-nos o andar superior do paraízo supremo.
Mãos vazias trêmulas e frias,
Demonstram a agonia da espera.
Coração pulsante alcança a frequência máxima e
Clama por tua presença...
Não se detèm o tempo em sua marcha mas
Para onde irá?
Não sossego até notar a tua presença
... Então duas rodas velozes
Nos levam a uma nova dimensão...
Dimensão da ausência de lógica ou sentido
Onde um mais um não é igual a dois
Onde eu mais você é igual a um único ser.


Obra de Zetigre

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