sábado, 1 de outubro de 2011

...E quando o sistema é desativado e os olhos se fecham na hora do sono, tudo isso vem à tona da imaginação. As formas que mais parecem doses de uma poção provocadora de êxtase assumem a aparência de uma estrada que não tem fim e se expande com a volúpia, mestra do porvir e do presente. Total seria a dominação não fosse a distância física, poderosa para inibir a conjunção carnal limitável assim. Vaga então ardente pensamento ao teu encontro, superando vales, colinas, rios e oceanos e te alcança. Delicadas peças escondem, não mais o ouro do prazer, a felicidade é agora não apenas palpável, real mas também palatável. Transforma-se em caça a caçadora que se entrega e se descobre.

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