terça-feira, 25 de outubro de 2011

Olhos famintos

Olhos famintos sondam um território de aparência desértica
Os ventos que guardam os arredores,
Dialogam de forma audível com as árvores e folhas secas que
São levadas de um lado para o outro.
Não muito longe uma doce voz de Mulher se faz ouvir.
Suave aroma seu perfume entregam os ventos.
Um estrondo ao longe e sua voz se cala...
O silêncio é quebrado e incompreensível diálogo entre ventos e árvores,
São agora intermediados por alegres gorjeios de conhecida vizinhança.
A doce voz ao longe não mais anuncia a sua presença,
Como já não se inspira mais o seu perfume.
Olhos famintos sondam um território de aparência desértica...

Obra de Zetigre

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