domingo, 15 de janeiro de 2012

Adeus, amiguinha

Uma aranha colorida teceu sua teia na minha área de serviço e aprendí a admirá-la pelo trabalho que prestava, de capturar alguns insetos voadores, sem nada cobrar em troca. Ontem percebí que ao lhe ofertar um inseto capturado por mim, a mesma o ignorou. Só então percebí que a minha companherinha já não mais vivia, morreu a minha pequenina amiga. Agora, ao observa-la imóvel pendurada em sua teia, surge-me estranho sentimento de pêrda, como se um ente querido tivesse partido. Não é ridículo? Zetigre

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