quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Velas ao vento

Singra em águas tranquilas ao sabor da suave briza e fontes de luz,
Belas formas que surgem e encantam a alma.
Negra cascata se precipita sobre um Universo tangível,
Nos altos relêvos há regozijo,
O apogeu é doce ao paladar e suavíssimo ao toque de lábios e mãos.
Singra em águas revôltas ao sabor da emoção nau da minha vida.
O redemoinho galático em breve será alcançado...
Ganha volume expandindo-se o turbilhão...
Viagem que encanta, vida que segue.
A estreita passagem da origem se aproxima,
Singra ao sabor de pele e odor revigorante...
Águas revôltas e jôrros ardentes reconduzem dual existência às águas mansas.
Sinais há no horizonte e luzes no firmamento
Há vida no teu olhar quando as velas se lançam ao vento.

Obra de Zetigre

PS: Reedição para correção ortogáfica

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